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O QUE SABEMOS É UMA GOTA...O QUE IGNORAMOS É UM OCEANO! [entries|friends|calendar]
Eugênia Morais

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TERRITÓRIO SANGRENTO [19 Jan 2009|12:02pm]


FAIXA DE GAZA , O TERRITÓRIO MAIS POVOADO DO PLANETA.

Localização: Norte: Israel
                             Sul: Egito

Clima: temperado, com verões secos e quentes.

Religião: A maioria dos habitantes da Faixa de Gaza são muçulmanos sunitas
com uma minoria  cristã.

População: Cerca de 60% da população é composta por refugiados chegados
nas duas vagas geradas pelas guerras de 1948-1949 e de 1967; os restantes
são populações nativas.
A Faixa de Gaza tem uma das populações mais jovens do planeta, com 48,1%
da população enquadrada na estrututura etária entre os 0 e os 14 anos.
A taxa de crescimento anual da população é de 3.71% e a
esperança média de vida  é de 71,97 anos.

Língua:  árabe  seguida do hebraico e inglês.

Área:
360 km quadrados


A faixa de Gaza está situado no  MÉDIO ORIENTE.





É um território povoado densamente, com cerca de 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km².




 O espaço aéreo e o acesso marítimo à Faixa de Gaza são atualmente controlados  por Israel, que
ocupou militarmente o território entre junho de 1967 e agosto de 2005.





PORQUE ESSE TERRITÓRIO leva o nome de "FAIXA DE GAZA".

A designação "Faixa de Gaza" deriva do nome da sua principal cidade que se chama Gaza.

 

 Gaza é a maior cidade dos territórios palestinos, com uma população de 676 mil habitantes.
A Faixa de Gaza é um território árido e retangular localizado no sudeste do Mar Mediterrâneo.
Tem cerca de 45 quilômetros de comprimento e 10 quilômetros de largura.



Ficheiro:Southeast mediterranean annotated geography.jpgO território é dividido em cinco partes:

Rafah [
ao sul, que faz fronteira com
o Egito,
Khan Yunis,
Dary al-Balah,
Cidade de Gaza
e o Norte de Gaza.]



Apenas 13% do território é composto por terras aráveis.


A Faixa de Gaza é plana, tendo como ponto culminante Abu 'Awdah, com 105 metros de altura.
A região é habitada por mais de 3.000 anos. Ela era um ponto de passagem para as antigas civilizações e um entreposto estratégico no Mediterrâneo.
A Bíblia diz que Sansão morreu na faixa de Gaza quando destruía o Templo dos Filisteus.
Acredita-se que seja o lugar onde foi enterrado um dos avós do profeta Maomé.





_____________HISTÓRIA DE GAZA.
___________________

1979: Gaza foi ocupada pelos franceses, depois pelos turcos.
1948: foi entregue ao EGITO com toda a faixa costeira, estando sob domínio egípcio até 1962.
1967/ 1994 : Esteve  sob domínio de Israel,o que facilitou o estabelecimento de colónias judias.
1987: Foi cenário de um levantamento popular palestino.
1994: Foi dotada de um estatuto de autonomia
2000: Nova fase de confrontos violentos com Israel.
2007: Gaza passou a ser dominada pelo partido político HAMAS.
2008: Iniciou-se um sério conflitos entre ISRAEL e HAMAS, com muitos mortos.


Entenda o conflito entre Israel e Hamas
na faixa de Gaza.


Por que Israel iniciou os ataques contra a faixa de Gaza?

Os israelenses afirmam que lançaram os ataques para impedir que grupos militantes
palestinos continuem lançando foguetes contra seu território.

Israel quer que o lançamento de foguetes seja interrompido e que sejam tomadas
medidas para impedir o rearmamento do Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza.

Para atingir esse objetivo, Israel está tentando destruir ou reduzir a capacidade de combate
do Hamas e tomar controle de seus estoques de armas. Israeli soldiers return from a military operation in the Gaza Strip near the border with Israel, 16 April 2008. Three Israeli soldiers and four Hamas gunmen were killed in clashes in the Gaza Strip near its main fuel terminal on 15 April, the Israeli military and Hamas said.  EPA/PAVEL WOLBERG

Os ataques israelenses foram iniciados em 27 de dezembro, pouco depois de o Hamas
anunciar que não iria renovar um acordo de cessar-fogo que estava em vigor desde
junho de 2008.

Por que o Hamas não renovou o cessar-fogo com Israel?

O acordo de cessar-fogo, que havia sido mediado pelo Egito, foi quebrado diversas vezes na prática.

Havia um círculo vicioso. O Hamas reclamava do bloqueio econômico por terra, ar
e mar imposto por Israel sobre Gaza. Israel reclamava que o Hamas estava
contrabandeando armas para dentro do território por meio de túneis subterrâneos
na fronteira com o Egito, além de lançar foguetes contra o território israelense.

O Hamas dizia que o lançamento de foguetes é uma forma justificada de resistência
e de chamar a atenção para o sofrimento população de Gaza. Israel afirmava que
seu bloqueio a Gaza se justifica como forma de tentar forçar o Hamas a observar o cessar-fogo.

A tensão aumentou depois que os israelenses realizaram uma incursão no sul de
Gaza, no início de novembro, para destruir túneis que, segundo eles, eram usados
para contrabando de armas. Esse episódio levou a uma nova onda de foguetes
lançados contra Israel pelo Hamas e, em consequência, a um endurecimento
do bloqueio israelense em Gaza.

Como condição para renovar o cessar-fogo, encerrado após seis meses de
duração, o Hamas exigia a suspensão do bloqueio israelense em Gaza.

Por que o Hamas lança foguetes contra Israel?

Hamas é uma abreviatura de Movimento de Resistência Islâmica. O grupo considera
toda a Palestina histórica terra islâmica e, portanto, vê o Estado de Israel como um
ocupante, apesar de ter oferecido uma "trégua" de dez anos em troca da retirada
de Israel para as fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967.

O Hamas geralmente justifica suas ações contra Israel, que incluem ataques suicidas
e lançamento de foguetes, como sendo uma forma legítima de resistência.

No caso particular de Gaza, o grupo argumenta que o bloqueio israelense justifica um
contra-ataque com todos os meios possíveis.

Quantas vítimas os foguetes lançados pelo Hamas contra Israel já deixaram?
Desde 2001, quando os foguetes começaram a ser lançados, mais de 8,6 mil
atingiram o sul de Israel, cerca de 6 mil deles disparados a partir da retirada
de Israel de Gaza, em agosto de 2005.

Os foguetes já mataram 28 pessoas e feriram centenas de outras.
Na cidade israelense de Sderot, perto de Gaza, 90% dos moradores dizem
que já houve explosão de foguetes na rua em que vivem ou nas cercanias.

O alcance dos foguetes lançados pelo Hamas vem aumentando.
O Qassam (batizado assim em homenagem a um líder palestino dos
anos 1930) tem alcance de cerca de 10 Km.

No entanto, recentemente a cidade israelense de Beersheba, a 40 Km de Gaza,
foi atingida por artefatos mais avançados, incluindo versões do antigo sistema
soviético Grad, também conhecido como Katyusha, provavelmente contrabandeadas
para Gaza e que colocam cerca de 800 mil israelenses em risco.

Quais os efeitos do bloqueio israelense na Faixa de Gaza?

Os efeitos foram severos. A atividade econômica já era baixa quando os ataques
israelenses começaram. A agência das Nações Unidas para refugiados palestinos
(UNWRA, na sigla em inglês) presta assistência alimentar para cerca
de 750 mil pessoas em Gaza. Em novembro, quando o bloqueio foi reforçado,
o diretor da agência, John Ging, disse que a UNWRA estava ficando sem comida
para distribuir aos palestinos.

Desde que a atual operação militar começou, Israel tem afirmado que vai permitir
a passagem de ajuda humanitária, mas o volume tem sido menor do que costumava.
O território também enfrenta falta de medicamentos e de combustível.

Qual é a história da faixa de Gaza?

Gaza era parte da Palestina quando o território estava sob administração britânica,
em um mandato garantido pela Liga das Nações, após a Primeira Guerra Mundial.

Em combates depois que Israel declarou sua independência, em 1948, o Egito
capturou a faixa de Gaza.

Refugiados palestinos das cidades costeiras do norte se abrigaram lá.
Esses refugiados, ou seus descendentes, ainda vivem em campos da
Organização das Nações Unidas (ONU) em Gaza.

Israel conquistou o território na guerra de 1967 e posteriormente deslocou
cerca de 8 mil colonos israelenses para lá. No entanto, todos os colonos
e soldados israelenses deixaram a Faixa de Gaza em 2005.

A faixa de Gaza tem uma população de 1,5 milhão de pessoas, das
quais 33% (cerca de 490 mil) são classificadas como refugiados.
O território tem 40 Km de comprimento e cerca de 6 Km a 12 Km de largura.

Como o Hamas assumiu o controle da faixa de Gaza?

Depois da retirada israelense em 2005, a Autoridade Palestina assumiu
o controle de Gaza.
A Autoridade Palestina é formada principalmente por nacionalistas palestinos
seculares do partido Fatah que, ao contrário do Hamas, acredita ser
possível um acordo definitivo com Israel sobre uma solução que inclua
dois Estados --Israel e Palestina.

Em janeiro de 2006, o Hamas venceu eleições parlamentares nos
territórios palestinos e formou um governo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
Um governo de união nacional entre o Hamas e o Fatah foi formado em março de 2007.

No entanto, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas,
que é um líder do Fatah eleito diretamente em um pleito anterior,
dissolveu o governo.

Em junho de 2007, alegando que forças do Fatah estavam planejando
um golpe, o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza à força.
A Cisjordânia, porém, permaneceu sob o controle do Fatah.

O Hamas foi boicotado pela comunidade internacional, que exige
que o grupo renuncie à violência e reconheça Israel.






Durante centenas de anos o Império Otomano dominou Gaza, até que o território - junto
com o restante da  Palestina passou para o controle dos britânicos,com o final
da Primeira Guerra Mundia [1014-1918]

O Império Otomano dominou Gaza durante centenas de anos até a primeira
Guerra Mundial (1914-1918), quando o território tornou-se dominado pelos
britânicos junto com o restante da Palestina. A área ficou sob controle do
Egito em 1948, durante a guerra árabe-israelense que conduziu à criação
do Estado de Israel.

 

A população da faixa de Gaza triplicou em 1948, quando absorveu um quarto
das centenas de milhares dos refugiados palestinos expulsos das áreas
que hoje fazem parte de Israel.
http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/42941000/jpg/_42941425_gaza_ap.jpg

Cerca de 1,5 milhão de palestinos moram em Gaza, mais da metade deles
refugiados das guerras com Israel e seus descendentes. A faixa de Gaza
tem uma das maiores densidades populacionais e taxa de crescimento
demográfico do mundo.

A maioria dos moradores de Gaza vive com menos de US$ 2 ao dia.
Os bloqueios israelenses diminuíram o comércio além das fronteiras e
o acesso ao trabalho e as sanções do Ocidente impostas após o
Hamas assumir o poder tem atingido a economia local.

 

 




District of Gaza
Vista do satélite--------->www.palestineremembered.com/GeoPoints/Gaza_526/SatelliteView.html


MAIS NOTÍCIAS AQUI----------------------->www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u399251.shtml

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INFARTO E ENFARTE ....... É A MESMA COISA? [16 Apr 2004|03:25pm]
Embora de uso corrente, sobretudo fora dos meios acadêmicos, enfarte não é o mesmo que infarto.
Idel Becker e Mangabeira Albernaz, ambos médicos e filólogos, estudaram detidamente esta questão e concluiram pelo que acabamos de afirmar.
O termo infarto já existia na língua portuguesa muito antes de enfarte, constando dos dicionários de Domingos Vieira e de Correia de Lacerda . Somente a partir de 1881, com a publicação do dicionário de Caldas Aulete [5] começa a aparecer a forma enfarte com o mesmo sentido de infarto.
Infarto vem do latim infarctus e não de fartar ou enfartar, como entendem alguns autores.
Pedro Pinto, que grafa enfarto em lugar de infarto, diz: "É errônea a terminação e adotada a conta de étimo fantástico. Não se liga ao verbo enfartar e sim ao latim infarctus".
Dentre os léxicos brasileiros, um dos poucos que define corretamente enfarte e infarto é o de Silveira Bueno. Nele encontramos:
"ENFARTE - s.m. Engorgitamento, repleção excessiva".
"INFARTO - s.m.. Área necrosada de um tecido por falta de circulação".[7]
Também o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, editado pelo Ministério da Educação, esclarece suficientemente a questão. Lê-se no citado dicionário:
"ENFARTE, s.m. Ingurgitamento; inchação, o mesmo que enfartação e enfartamento; (Med.) divulgou-se amplamente essa designação para mencionar a necrose em conseqüência de supressão da circulação de um território vascular, que mais propriamente se deverá dizer infarto".
"INFARTO, s.m. (Med.) Área hemorrágica ou necrótica por falta de circulação. Embora o Vocabulário da Academia Brasileira de Letras consigne somente enfarte, é de se adotar para este sentido exclusivamente a forma infarto, que corresponde exatamente ao quadro histopatológico que se quer designar, ao passo que enfarte significa ingurgitamento, inchação".[8]
Quando o latim era a língua adotada em textos científicos, o termo infarctus designava uma consolidação de humores em uma parte do corpo.[9] Foi somente após os trabalhos de Virchow sobre trombose e embolia (1856) que infarto passou a ser empregado para caracterizar a lesão necrótica do tecido causada por uma obstrução vascular.
A trombose e o infarto podem ocorrer em qualquer órgão, porém, dada a importância da trombose coronariana, quando se diz simplesmente infarto subentende-se infarto do miocárdio.
Segundo Major, o primeiro autor a descrever a trombose da artéria coronária foi Hammer, em 1878. Dock, em 1896, empregou a expressão infarto agudo do coração e Osler, em 1910, referiu-se ao infarto agudo do miocárdio (acute infarct of myocardium).[10] Posteriormente, autores de língua inglesa passaram a usar myocardial infaiction.[11]
O termo enfarte é de uso bem antigo em português, porém sempre com o sentido de aumento de volume, enchimento, repleção, tumefação.

Os cardiologistas brasileiros têm demonstrado clara opção pela forma infarto para designar a necrose isquêmica do miocárdio, conforme se pode constatar nas publicações da especialidade.
As formas paralelas infarte e enfarte, por conseguinte, não têm razão de ser, e devem ser excluídas da linguagem médica.
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CACÓFATOS...vc sabe o o que é? [16 Apr 2004|03:05pm]
Hélio Consolaro*

O ensino da Língua Portuguesa no Brasil foi muito repressor, pois os professores passavam seu tempo a procurar defeitos na linguagem dos alunos e a acusá-los, com o dedo em riste, como se meninos e meninas fossem criminosos hediondos. Reprimiam em vez de ensinar. Como se fossem donos da língua.

Os estudiosos da gramática tradicional denunciavam publicamente galicismos, vícios de linguagem.O autor de algum erro tinha de vir a público fazer sua defesa, apoiar-se nos clássicos, invocar autores consagrados que lhe avalizassem a frase suspeita.

Nem Machado escapou! Só Camões passou livre, mas assim mesmo cometeu cacófato, quando escreveu: "Alma minha gentil que te partiste" bem na entrada de um de seus sonetos: falou maminha.

Segundo o professor Cláudio Moreno, foi um tempo de trevas para os estudos do português. Estudiosos da língua e professores de Português eram inquisidores, aliados aos maus poetas do Parnasianismo.

Essa época deixou marcas profundas no ensino do idioma pátrio, pois se confunde até hoje o ensino do português com o de gramática. E ainda, segundo o professor Moreno, tais estudiosos e professores gramatiqueiros falam, sem moral alguma, da crise atual da linguagem. Não construíram nada, suas ranhetices foram ignoradas.

Uma das preocupações eram os cacófatos, classificados pelos tradicionalistas como "palavras torpes, obscenas ou ridículas", que eram formadas por aqueles encontros casuais das sílabas finais de um vocábulo com as iniciais do outro.
Exemplos:
"Não pense nunca nisso" Falou caniço.
"Já que tinha resolvido ..." Falou jaquetinha.
"O irmão pôs a culpa nela" Falou panela.
"Existe uma herdeira" Falou merdeira.

Na verdade, o leitor que faz leitura silenciosa sequer percebe tais cacofonias, e necessita-se apontá-las com o dedo, sublinhá-las para que o leitor finalmente se dê conta de que elas podem estar ali.

Foi por causa do cacófato que chegaram a propor o uso do apóstrofo (na escrita) em expressões como "u'a mão", para evitar o som "mamão" na fala.

Hoje só se admite uma certa preocupação com os cacófatos no caso da tevê e do rádio, e, mesmo assim, dificilmente o ouvinte vai fazer essas segmentações tendenciosas. Só mesmo quando o efeito é gritante.

Sérgio Nogueira, da revista Seleções, apontou na transmissão do jogo Brasil e Coréia, em que ouviu "Fábio Conceição pediu a bola e Cafu deu". Nesse caso, não se pode deixar de ouvir, como também no famoso "chuta Neneca, gol!".

Na verdade, há um uso humorístico do cacófato, que o autor faz questão de sinalizar para que todos percebam. Uma receita fornecida em que a apresentadora fala: "Amasse sal e alho no aparelho de socar alho". Em seguida, com sorriso maroto, diz: "Perdão pelo cacófato inevitável!"

Ou ainda de um quadro do Moacyr Franco, no programa A Praça é Nossa em que ele interpretava um tal de Jeca Gay.
E é com esse espírito que o professor Cláudio Moreno relembra uma pequena estrofe que costumava recitar no seu tempo de ginásio:
Lá, onde
Abunda a pita,
E a doce flor
No cume cheira.
POEMA CACÓFATO

No cume daquele
morro,
eu plantei uma
roseira

O mato do cume
cresce
A rosa no cume cheira.

Na hora
crepuscular,
Tudo no cume
aparece.

Vaga-lumes no cume
brilha,
Cobra no cume padece.

Quando cai a chuva
fina,
Salpicos no cume
caem.

Lagartos no cume
entram,
Abelhas no cume saem.

Mas depois que a chuva
cessa,
Ao cume volta a
alegria,

Voltando a brilhar
depressa,
O sol que no cume ardia.

Lá, onde Meu coração por ti gela
Abunda a pita Meus amores por ti são
E a doce flor Já que não posso amar ela
No cume cheira. Já nela não penso não!
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Lenda da caixa de Pandora [19 Mar 2004|09:51pm]
Segundo a mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher da Terra, criada por Hefestos por ordem de Zeus. Depois, Afrodite deu-Ihe a beleza e Atena, a sabedoria. A intenção de Zeus era punir Prometeu, que havia roubado o fogo do céu para animar os primeiros homens. Assim, enviou Pandora à Terra com uma caixa em que estavam encerrados todos os males.
Percebendo a armadilha, Prometeu não aceitou a caixa. Mas seu irmão Epimeteu, que se casara com Pandora, não resistiu à curiosidade e abriu a caixa, deixando escapar todos os males que passaram a flagelar a humanidade. No fundo da caixa só ficou a Esperança.
Dessa lenda ficou a expressão caixa de Pandora, que se usa em sentido figurado quando se quer dizer que alguma coisa, sob uma aparente inocência ou beleza, é na verdade uma fonte de calamidades.
Dessa lenda ficou a expressão caixa de Pandora, que se usa em sentido figurado
quando se quer dizer que alguma coisa, sob uma aparente inocência ou beleza Todo ser humano tem a sua caixa de Pandora, onde residem seus
piores defeitos e seus maiores traumas, desta vida ou de vidas passadas. ... Todos temos dentro de nós uma caixa de Pandora e dentro dela estão todas as nossas
paixões, ódios, rancores, raivas, ganâncias, invejas, pensamentos e ...
A expressão "caixa de Pandora" passou a ser empregada como sinônimo de
tudo que, sob aparência de encanto, é fonte de males e desgraças.
Mais sobre o assunto visite o site:
www.mundodosfilosofos.com.br/prometeu
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